domingo, 28 de agosto de 2016

Ter sucesso


Rir sempre e rir muito; conquistar o respeito de pessoas inteligentes e o afeto das crianças; merecer a apreciação de críticos honestos e tolerar a traição dos falsos amigos; apreciar a beleza; procurar o melhor nos outros; tornar o mundo um pouco melhor do que o encontrou, seja por um filho saudável, um jardim ou uma condição social resgatada; saber que pelo menos uma vida respirou melhor porque você viveu. Isto é ter sucesso.

- Ralph Waldo Emerson (1803-1882)
 
 
 
 
 
 
Pintura de Marc Chagall  (1887-1985)


terça-feira, 23 de agosto de 2016

Tolerar


"Às vezes, o que você precisa é de tolerância. Para superar os problemas que o levaram a uma selva interior de sentimentos entrelaçados, como, por exemplo, o amor e o ódio, você necessita da capacidade de tolerar. Tolerar não significa suportar. Tolerar é aceitar, compreender e saber enfrentar. Ou seja, tolerar não é suportar e logo explodir. Com tolerância, você aceita e dissolve aquilo que, de outra forma, você estaria suportando. É como o mar, um exemplo de tolerância, ao qual lançamos muita sujeira que ele absorve e, com o tempo, transforma. Tolerância é ser como o oceano, isto é, saber absorver e dissolver, fazer desparecer.
Para absorver e dissolver, pensar positivo também poderá ajuda-lo: estar consciente de que você é o criador daquilo que pensa. Mude o foco de atenção. Medite. Perdoe e deixe pra lá. Olhe à frente. Quando se libertar desses sentimentos, viverá uma paz interior. Deixará de se martirizar e assumirá a responsabilidade. Ao assumi-la, permitirá que todo seu potencial permaneça desperto.
Com a virtude da tolerância, você continuará sorridente, nunca desanimará. Sorrir quando alguém o elogia não é ser tolerante. Entretanto, quando alguém se torna inimigo zangado e o insulta, mas você não mostra o menor sinal de desânimo no rosto, sequer em seus pensamentos, isso é ter tolerância. Olhar, falar e entrar em contato com sentimentos de compaixão, amor e respeito com uma pessoa com quem você não tem uma boa relação, isso é ter  tolerância.
A tolerância tem que se harmonizar com a capacidade de enfrentar, que se baseia na valentia, na coragem e na segurança. Ter o poder de tolerar lhe dá segurança e confiança de que você poderá, conseguirá, progredirá. A tolerância é necessária para a convivência, para ser e deixar ser".
 
SUBIRANA, Miriam. Serenidade mental: decida com lucidez. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015. p. 102-103.
 
 
 


sábado, 20 de agosto de 2016

Respire antes de falar


"Esta estratégia simples sempre funcionou admiravelmente para quase todas as pessoas que conheço e a experimentaram. Os resultados quase imediatos incluem aumento de paciência, perspectiva ampliada, e, como benefícios colaterais, mais gratidão e respeito pelo próximo.
A estratégia propriamente dita é muito simples. Não envolve mais do que parar - e respirar - depois que a pessoa com quem você estiver falando tiver acabado. A princípio, o espaço de tempo entre suas vozes vai parecer uma eternidade -  mas na realidade, representa apenas uma diminuta fração de segundo do tempo real. Você se acostumará com o poder e a beleza da respiração, e irá aprecia-la, igualmente. Ela fará com que você se aproxime mais e ganhe maior respeito de praticamente todo mundo com quem você tiver contato. Descobrirá que ser ouvido é um dos maiores e mais preciosos tesouros que você pode oferecer a alguém. E tudo o que é necessário é intenção e prática.
Se você observar as conversas à sua volta, perceberá que, frequentemente, o que a maioria de nos faz é simplesmente esperar a nossa vez de falar. Não estamos realmente  ouvindo a outra pessoa, mas esperando nossa vez para expressar nosso ponto de vista. Frequentemente completamos as frases dos outros, ou dizemos coisas como "Sim, sim" ou "Sei", bem rápido, dando sinal para que eles corram e acabem logo para que chegue a nossa vez. Parece que falar com o outro é um bate-bate como o de lutadores ou bolas de pingue-pongue que vêm e vão, ao invés de uma oportunidade para apreciar e aprender numa conversa.
Esta forma de comunicação apressada nos incentiva a criticar pontos de vista, agir intempestivamente, interpretar erroneamente, imputar falsos motivos, e formar opiniões, tudo isso antes que nosso parceiro de comunicação tenha a chance de acabar de falar. Não é à toa que tantas vezes fiquemos chateados, incomodados, irritados uns com os outros. Por vezes, com nossos limitados dotes de ouvir, é um milagre que tenhamos amigos![...].
Você não precisará correr para não perder sua vez de falar - ela virá. Na verdade, será mais gratificante falar porque a pessoa com quem você vai falar o ouvirá com mais respeito e paciência, seguindo seu exemplo".
 
CARLSON, Richard. Não faça tempestade em copo d´água...: e tudo na vida são copos d´água...maneiras simples de impedir que coisas insignificantes dominem sua vida. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 157-159.
 
 
 Pintura de Claude Monet, 1886.
 


sábado, 13 de agosto de 2016

Mantenha uma atitude de esperança


"Não existe hábito mais edificante do que ter uma atitude de esperança, de convicção de que as coisas vão acabar bem, e não mal, de que nós vamos ser bem-sucedidos, e não fracassados, e de que, independentemente do que possa ou não acontecer, vamos ser felizes.
Não há nada mais útil do que manter essa atitude otimista baseada em expectativa: a atitude que sempre busca e espera o melhor, o maior e o mais feliz, e nunca se permite entrar em um estado de espírito pessimista e desanimado.
Devemos acreditar de coração que faremos aquilo a que fomos destinados. Nunca, nem por um instante, tenha duvida disso. Devemos acolher apenas "pensamentos amigos", as ideias das coisas que estamos determinados a realizar. Devemos rejeitar todos os "pensamentos inimigos", todos os humores desanimadores, tudo o que pode sugerir fracasso ou infelicidade.
Não importa o que estamos tentando fazer ou ser, contanto que sempre tenhamos uma atitude otimista, de expectativa e de esperança. Isso vai nos colocar no caminho para crescermos em todas as nossas capacidades e para nos aperfeiçoarmos em geral".
 
CARNEGIE, Dale. Como ter uma vida mais rica e influenciar pessoas. Rio de Janeiro: Best Seller, 2013. p. 112.
 
 
 
 
 
 
 
Não é o que você tem, quem você é, o que você está fazendo ou onde você esta que faz você feliz ou infeliz. É o que você pensa sobre isso.
 
Dale Carnegie (1888-1955)
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Temos que educar nosso cérebro para sentir gratidão


"Quantas pessoas colaboraram para o nosso bem-estar? De quantas pessoas depende o fato de estarmos juntos agora? De muitas e muitas. Não há ninguém que não tenha nada a ver conosco, estamos todos interligados. Devemos então nos lembrar disso e sentir gratidão.
Mas veja como funciona a nossa mente: gostamos de quem nos faz o bem, não gostamos de quem nos faz o mal. Mas quantos são os seres que nos fazem o bem e quantos são os que nos faze o mal? O nosso bem-estar depende de quantos seres? E de quantos dependem o nosso desconforto e inquietação? O mal que nos atinge depende principalmente de nós mesmos e o bem, de muitos outros seres além de nós. Essa é a verdade. [...].
No Budismo, gratidão é um princípio muito importante. Se não tivermos gratidão, não iremos crescer no caminho espiritual. Devemos ter reconhecimento pelo que nos dão. Dizem os mestres que, se não sentirmos gratidão pelo que os nossos pais fizeram, não há esperança no caminho espiritual. Foram deles que primeiro recebemos. Mas o que acontece? Somos muito estranhos! Basta uma pessoa errar em algum ponto que deixamos de reconhecer tudo o que recebemos dela. Por exemplo, saímos com alguém para almoçar, batemos um papo legal, foi tudo ótimo, mas na hora de pagar a conta ele faz algo que nos desagradou. Qual é a nossa lembrança do almoço? Boa ou ruim? Ruim! Mas por que manter a lembrança ruim se noventa e cinco por cento do tempo foi bom? Porque somos ignorantes, não vejo outra explicação. [...].
Nós temos mesmo muita dificuldade de reconhecer o lado positivo das coisas e do que recebemos das pessoas. Mesmo se alguém nos fez mal em algum momento, não há desculpa para esquecermos o que nos deu de bom. Devemos ainda ter a mesma gratidão tanto por nossos amigos como por nossos inimigos. Alguns textos dizem que a gratidão pelos inimigos deve ser até maior. Se não fossem eles, não teríamos condições para praticar a paciência, a compaixão... É fácil ter compaixão pelas pessoas de que gostamos. Difícil é sentir compaixão por aquelas de que não gostamos. Mas, se não fosse por elas nunca poderíamos desenvolver nossas qualidades positivas".
 
Lama Michel Rinpoche
 
 
CESAR, Bel. Grande amor: um objetivo de vida: diálogos entre ama Michel Rinpoche e Bel Cesar. São Paulo: Gaia, 2015. p. 297-299.
 
 
 
 
 



sábado, 6 de agosto de 2016

Os Florais do Dr. Bach


"A contemplação da natureza nos aproxima de Deus e traz a priori, a memória de nossa vivência primária.
Viver e respirar o ar puro que emana dos vegetais, é o renovar de nossas forças e reservas físicas.
Quanto mais sofisticada é a vida no dia-a-dia, faz-se mais urgente e imperioso retornar à interferência do verde.
Rememorar os cenários de nossa infância em pensamentos, gestos e palavras é vital, fluxo energético que atua na formação de nossa personalidade.
A terapia "florais de Bach" em 1976, foi reconhecida e aprovada pela Organização Mundial de Saúde.
Os remédios florais de Bach atingem a mente e o físico do homem carente.
Dr. Bach marcou suas pesquisas com simplicidade e um aglomerado de propostas revitalizadoras; é o acordar para um novo dia de promessas e realizações.
No momento atual, a plateia mundial é responsável pela preservação da integridade humana.
Cautela e prudência nas finanças, exigem atualizações e recondicionamentos novos, nos investimentos assistenciais fraternos.
Crescer é manter o equilíbrio entre desenvolvimento, ambiente social, econômico e mercado.
Para qualquer atividade o maior capital é a inteligência criativa.
O que é belo foge à mediocridade, tem intercâmbio direto com a compreensão e a adesão de crianças e adultos.
Um ideal tem êxito se consegue integração com o cotidiano.
A saúde é vitalidade e harmonia no viver e no pensar.
 
CRAVO, Antonieta B. Os florais do Dr. Bach: as flores e os remédios. São Paulo: HEMUS, 1994.
 
 
 
Impatiens sp. 
L´illustration horticole. Gand, 1889.