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Cultivar o amor próprio

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     O cultivo do amor próprio é fundamental para estabelecermos uma relação amistosa com nós mesmos e com o próximo. Nem sempre percebemos isso, mas nós não nos relacionamos apenas com os outros - relacionamo-nos, primeiramente, com nós mesmos. E, se essa relação de si para consigo não for boa, todas as demais estarão fadadas a conflitos constantes.      Muitas vezes, projetamos nossos conflitos internos nas relações com as pessoas à nossa volta. Comumente, não é bem a relação com o outro que está mal, é a relação que tenho comigo mesmo que não está bem. A maneira como eu me trato influencia a forma como eu lido com as pessoas. Se tenho dificuldades em me aceitar, de que maneira posso aceitar as imperfeições alheias? Se sou intolerante com minhas falhas humanas, como posso conviver em paz com os que também são humanamente imperfeitos? Como posso ser para o outro aquilo que não sou para mim mesmo?    E todas as minhas projeções implicam devoluções...

A tranquilidade nos protege das vibrações negativas

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       Já se provou que o homem perde seis anos de vida por viver em meio a vibrações sonoras elevadas, cercado de excesso de ruído. Quando você está nervoso, fica receptivo a vibrações perturbadoras de todos os tipos, que afetam ainda mais seu sistema nervoso. Quando está calmo, as vibrações irritantes não conseguem perturba-lo. Elas o atingem quando está nervoso e de mau humor, mas assim que você se acalma e sua mente volta a ficar forte, não conseguem mais chegar a você.        Mude e fortaleça sua próprias vibrações com o pensamento: "estou em paz" ou "sou feliz". Dia após dia faça essa afirmação, e desenvolverá um magnetismo de paz ou de felicidade. Se achar que o ambiente em que vive não é apropriado aos seus objetivos, encontre um que o auxilie. Ao ir para um ambiente adequado, você ajuda no desenvolvimento de seu magnetismo e na sua mudança pessoal para melhor. Conviva com pessoas que são modelos do que gostaria de ser. Se quer magnetismo ...

Toda promessa é um vínculo

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          Quando se faz uma promessa a alguém, é preciso esforçar-se para cumpri-la. Muitos fazem lindos discursos: prometem isso e aquilo, as promessas não lhe custam muito. Naturalmente, é mais fácil dizer alguma coisa do que fazê-la. Alguns, tendo prometido, ficam tranquilos: por que cumprir a promessa? Pois bem, saibam que, para a Ciência Iniciática, uma promessa é como uma assinatura, um compromisso, um contrato. No plano etérico, as palavras ficam gravadas, e é exatamente como se vocês tivessem escrito essa promessa: nada nem ninguém neste mundo pode liberá-los, exceto a pessoa a quem vocês prometeram. Se ela for nobre, compreensiva, poderá liberá-los; caso contrário, terão de cumpri-la. Vocês dirão: "Vou me dirigir então ao Céu, pedirei ao Senhor que me desvincule dessa promessa". Mas nem mesmo o Senhor o fará, pois Ele não pode ir de encontro às leis que Ele próprio estabeleceu.     Cabe a vocês, antes de fazerem uma promessa, saberem...

Não comparar

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     "Em qualquer lugar em que você estiver não se compare com os outros, e encontrará paz" (Abade Poimen).      Assim   que encontramos um grupo de pessoas, assalta-nos o mecanismo da comparação. Comparo-me com os outros: A aparência deles é melhor do que a minha? São mais inteligentes do que eu? Ganham mais dinheiro do que eu? Recebem mais atenção do que eu? São mais espirituais do que eu? Enquanto eu me comparar com os outros, não terei paz. Ou eu me desvalorizo e valorizo os outros, ou faço o contrário. De qualquer forma, nunca estou na minha, estou sempre na dos outros. E, assim, não tenho paz. Então serei confrontado comigo mesmo e convidado a reconciliar-me comigo e com minha realidade. A renúncia a comparar-se vai conduzir-me ao agradecimento por tudo o que Deus me deu e me oferece a todo instante. Em vez de olhar para os outros, olho para mim mesmo, como eu mesmo sou. Estou na minha. Estou simplesmente aqui. Esta é a condição para encontrar a ...

O que nos faz realmente felizes

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         Todos os seres humanos querem ter uma vida feliz, mas muitos confundem os meios para obtê-la por exemplo, riqueza e status - com a felicidade da vida em si. Essa focalização nos meios é equivocada e afasta ainda mais as pessoas de uma vida feliz. O que realmente vale a pena são as atividades virtuosas que constroem uma vida feliz, não os recursos externos que parecem ser capazes  de promover a felicidade. FONTE: Epicteto. A arte de viver . Interpretação de Sharon Lebell. Rio de Janeiro: Sextante, 2000. p. 54. Leitura Pintura de Duncan Grant (1885-1978)

Escolhas precipitadas

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         Aguardemos a hora apropriada. Se não temos certeza de que este é o momento exato de agir, se não visualizamos com clareza o início da estrada a ser percorrida, se não possuímos firmeza na decisão a ser tomada e se não desponta uma conclusão resoluta, esperemos um tanto mais; o "momento de atuação" ainda não é propício.                  Algumas vezes ficamos amedrontados e agimos apressadamente, movidos pela ansiedade. Outras vezes, procedemos de modo impetuoso, buscando desforra ou querendo castigar alguém.      Em muitas circunstâncias, decidimos depressa demais em função de impor aos outros uma decisão rápida, ou de forçá-los a resolver velhos conflitos. Em outras ocasiões, entramos em desespero pelo medo de não chegar a tempo de resolver o problema ou de deixar de usufruir benefícios e privilégios.      Nem sempre as coisas estão à nossa disposição. Não temos sob con...

Criatividade e pensamento positivo

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        Além de aprender a soltar, o uso correto da criatividade e o pensamento positivo nos ajudam a superar as dependências. Frequentemente vivemos na ilusão de que só podemos ficar alegres graças aos objetos, pessoas e lugares, mas a alegria é algo que experimentamos quando colocamos nosso coração em alguma coisa, sendo a nossa intenção a de dar, e não a de tomar. Na atividade criativa, a que experimentamos mais gozo, nossa alegria vem de dentro e se expressa para fora; ela vem de fora para dentro.    O desenvolvimento pessoal criativo nos ajuda a superar a preguiça. Ao superá-la, recuperamos a força necessária para libertar-nos de certas dependências, como a dependência da criatividade de outros para que eles nos entretenham. Está certo desfrutar do entretenimento, mas o importante é você ser capaz de passar um bom momento sendo criativo você mesmo, superando a preguiça, o aborrecimento e a atrofia criativa interior.    Com seus pensamen...