A força da gratidão
E se você acordasse amanhã só com o que você agradeceu hoje?
-Anônimo
Há pouca gratidão em nossa vida! E encontrei alguns motivos para isso. O primeiro deles diz respeito à maneira pela qual a nossa mente foi programada ao longo da evolução. Pelo instinto de sobrevivência, a mente foi aparelhada para aprender rapidamente com as experiências ruins, mas não tão rapidamente com as boas. Desse modo, damos mais importância aos problemas que nos ameaçam do que às coisas boas que nos acontecem.
A falta de gratidão é quase uma falta de percepção nossa das inúmeras ocorrências positivas que nos felicitam todos os dias, principalmente daqueles acontecimentos diários que eu chamo de "pequenas felicidades" : o abraço de um filho, a visão de uma árvore florida, voltar para casa depois de um dia estafante, a visita de um amigo, o sorriso de uma criança, a palavra afetuosa de um familiar, ter uma cama para dormir, água para o banho, remédio para dor, música para sonhar, livros para voar e tantas outras pequenas felicidades que passam despercebidas por nós. Incorporar a gratidão como um hábito de vida faria com que sentíssemos o contentamento pelas coisas boas da vida, aumentando, indiscutivelmente, os níveis da nossa felicidade. [...].
Gratidão e felicidade são como irmãs que jamais se separam. Uma não vive sem a outra e uma engorda a outra. Quando dou atenção ao que corre bem comigo e sou grato por isso, sou invadido por uma sensação de felicidade. Sinto-me abençoado pela vida e, por consequência, a vida me abençoará mais ainda. [...].
Tomara que amanhã a gente acorde com todas essas coisas boas que vamos passar a agradecer a partir de agora!
FONTE:
DE LUCCA, José Carlos. Pensamentos que ajudam. São Paulo: Interlítera Editora, 2016. p. 55-57.
Gratidão!

Comentários
Postar um comentário