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Mostrando postagens de setembro, 2017

O poder da gratidão

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Gratidão, a aptidão para contar as próprias bençãos, é a melhor forma de se conectar com o coração. Coração é gratidão. Coração é sentimento. É o santuário dos sentimentos mais profundos da experiência humana. Entre esses sentimentos, está o de gratidão. O sentimento de gratidão, de reconhecimento, de amor para cada detalhe da vida, e até mesmo, ouso dizer, de amor por si mesmo. Neale Donald Walsch Muitas vezes me perguntam: "Qual é o caminho mais rápido para o amor?" E sempre me ocorre uma resposta: "Gratidão." Nosso coração se abre quando agradecemos pelo que acontece em nossa vida. Essa é uma forma efetiva de assimilar e saborear o bem que nos é destinado. Diz um velho ditado: "Agradeça por aquilo que você aprecia." Quando você aprecia alguma coisa, isso flui ainda mais para sua vida. Marci Shimoff Geralmente damos graças pelas coisas que já aconteceram. Assim, em certo sentido, somos hipnotizados e condicionados...

Os livros são amigos

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Um ditado da sabedoria judia diz: "Transforme os teus livros em amigos". Quando as coisas vão mal, eu pego um livro que me consolou em outra ocasião. Ele se torna então um amigo que abre para mim um horizonte maior, a partir do qual posso considerar meus problemas de outro modo. Um ditado oriental exprime uma compreensão semelhante: "Um quarto sem livros é como uma casa sem janelas". Uma casa sem janelas é desanimadora. Os livros trazem luz para nossa vida. E eles revelam para nós uma vista ampla. Uma pessoa que pode olhar através de uma janela nunca achará que a sua casa é pequena demais. Ao contrário, a sua casa é um abrigo em meio ao infinito do mundo, no qual ele pode abrigar-se; ela não é um esconderijo. Numa casa que tem muitas janelas, a gente vive na tensão entre a estreiteza e a amplidão, entre a distância e a proximidade, entre a proteção da casa e o desejo de conhecer novos lugares. Ao ler, viajamos sem por os pés de fora de casa. Ganhamos experiência a...

Não viver com pressa

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Saber distribuir o tempo é saber aproveitá-lo. Para muitos sobra vida e falta felicidade. Desperdiçam as alegrias por não saber saboreá-las. Quando estão à frente, gostariam de voltar atrás. Querem comer em um dia o que só poderão digerir em toda a vida. Vivem os prazeres apressadamente, devoram os anos que estão por vir e, como fazem tudo às pressas, logo acabam com tudo. Até no desejo de conhecimento é preciso moderação para que as coisas não sejam mal aprendidas. Há mais dias que alegrias. Por isso, faça depressa e desfrute devagar. O feito é melhor do que o por fazer, mas as alegrias, uma vez acabadas, ficam muito pior. GRACIÁN y MORALES, Baltasar. A arte da prudência. Rio de Janeiro: Sextante, 2003. p. 124.  Edwards ´s Botanical Register. v. 15, 1829. www.biodiversitylibrary.org

A prática da paciência

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A prática da paciência traz uma estabilidade emocional que não só nos faz mais fortes mental e espiritualmente, como mais saudáveis fisicamente. Sem dúvida, atribuo a boa saúde de que desfruto a uma mente em geral calma e serena. Entretanto, o benefício mais importante da paciência consiste em sua ação como um antídoto poderoso ao mal da raiva, a maior ameaça à nossa paz interior e, consequentemente, à nossa felicidade.  A paciência é o melhor recurso de que dispomos para nos defendermos inteiramente dos efeitos destrutivos da raiva.  Pensem bem: a riqueza não protege ninguém da raiva. Nem a educação, por mais talentosa e inteligente que a pessoa seja. A lei, muito menos, pode ser de qualquer ajuda. E a fama é inútil. Só a proteção interior do autocontrole paciente evita que experimentemos o tumulto das emoções e pensamentos negativos. DALAI LAMA. O caminho da tranquilidade. Rio de Janeiro: Sextante, 2000. p. 41. Rosa wichuraiana rubra . Revue Horticole. 1901. ...